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Emmanuel Giboulot Côte de Beaune Pierres Blanches Blanc 2018

Emmanuel Giboulot Côte de Beaune Pierres Blanches Blanc 2018

França Branco Pequena Produção 750 ML
Borgonha na lata! Frutas tropicais em calda, algo caramelizado, um branco altamente expressivo e solar. Impressionante como apesar da maturidade de frutas já anunciada pela safra calorosa, é sustentado por uma acidez ímpar, que leva o equilíbrio essencial ...
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descrição do vinho

Borgonha na lata! Frutas tropicais em calda, algo caramelizado, um branco altamente expressivo e solar. Impressionante como apesar da maturidade de frutas já anunciada pela safra calorosa, é sustentado por uma acidez ímpar, que leva o equilíbrio essencial. Essa sapidez já é de alguma forma sentida desde o nariz e chama o vinho para a boca.

descrição do produtor

Consciência ambiental que vem desde o berço. O que não era ainda “moda”, já funcionava como regra em casa. Emmanuel cresceu em um ambiente no qual o respeito pela biodiversidade e saúde dos solos era primordial. Seu pai, Paul Giboulot, foi pioneiro na viticultura orgânica nos idos 1970, realizando um trabalho delicado de vinificação, a fim de obter a melhor expressão de cada “climat” em seus vinhos.

Emmanuel começou timidamente em 1985 com 0,8 hectare, mas já de partida escolheu a forma mais natural de se cultivar e produzir. Por 10 anos, aos olhos descrentes de vizinhos, foi cada vez mais se aprofundando em estudos e práticas biodinâmicas, até conquistar em 1996 sua certificação, e o mais importante: com vinhedos saudáveis e rendendo vinhos cada vez mais interessantes e cheios de energia.

Trabalha hoje em 12 ha, espalhados em Côte de Beaune, Hautes Côtes de Nuits, Saint-Romain, Rully 1er Cru e até uma IGP “Les Terres Burgondes”, com Pinot Noir, Chardonnay e Pinot Beurrot. Os solos são argilo-calcáreos com altitude entre 280 m e 400 m.

Um antigo celeiro de pedra com telhado de madeira, nos arredores de Beaune, funciona como sua estrutura de vinificação. Emmanuel trabalha de forma delicada, abandonando o uso de madeira nova desde 2003 e sem a prática de battonnage, para render vinhos mais sutis e sem cremosidade excessiva. A prensa utilizada é mecânica e não pneumática, e a temperatura é “controlada” de forma natural com a abertura das janelas da cantina.

Cada aspecto do vinhedo é observado e tratado com distinção e respeito: a idade das vinhas, a distância de fontes de água, o tipo de solo, o carácter da safra. Assim como acredita que deve ouvir a personalidade de cada parcela, Emmanuel também não deixa barato e não se intimida ao expor seu posicionamento filosófico: em 2014 foi condenado à prisão por refugar uma ordem governamental para a aplicação de pesticidas sobre os vinhedos, como forma de proteção a uma suposta iminente contaminação. Emmanuel não se abala e fica firme. Eventualmente livra-se da acusação e o episódio acaba representando uma vitória para verdadeiros “homens da terra”, uma inspiração e objeto de reflexão.

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