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Didier Dagueneau Buisson Renard Pouilly-Fumé 2016

Didier Dagueneau Buisson Renard Pouilly-Fumé 2016

França Branco Biodinâmico 740 ml
Um joguete irônico de Ms. Dagueneau, esta cuvée era inicialmente chamada de Buisson "Mesnard", mas muda o nome para "Renard" (raposa, em francês), após receber uma crítica apimentada de um avaliador que comete o erro ortográfico. Didier não perdoa e sai por cima, mais uma vez ...
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descrição do vinho

Um joguete irônico de Ms. Dagueneau, esta cuvée era inicialmente chamada de Buisson "Mesnard", mas muda o nome para "Renard" (raposa, em francês), após receber uma crítica apimentada de um avaliador que comete o erro ortográfico. Didier não perdoa e sai por cima, mais uma vez.
Ao sudoeste de Saint Adelain, com vinhas do centro da colina e consideradas as preferidas de Benjamin Dagueneau, elabora-se este vinho. O solo de sílex agrega toda a mineralidade e aromas de pedra de isqueiro, tão característico ao terroir.
Uma das cuvées menos conhecidas do Domaine, porém certamente a mais "gourmand", cremosa, untuosa, sem perder a energia e vibração de um grande Pouilly-Fumé.

descrição do produtor

Enfant terrible.
Ermitão.
Gênio.
Louco.
Tudo isso e muito mais, Didier Daguenau foi acima de tudo um divisor de águas na história dos vinhos do Loire.
Sua ambição? Produzir simplesmente o melhor Sauvignon Blanc do mundo.
Suas armas? Meticulosidade obsessiva a detalhes no vinhedo, uma escuta apurada e precisa do terroir – e coragem para incomodar e sacudir o mundo dos vinhateiros vizinhos.
 
Didier sempre foi um provocador. De família de vinhateiros na região, já adolescente, contrariou-se ao pai e saiu pelo mundo. Foi piloto de motocross (chegando a ser campeão distrital), competia com trenó de cães (duas vezes vice e uma vez campeão mundial) e mais tarde, aviador.
Sem estudos formais em enologia, mas munido de muita ambição, canalizou esta energia para o mundo dos vinhos. Na contramão da “moda anos 80” de tanques em inox, altos rendimentos e defensivos químicos, Didier queria produzir vinhos como seus ancestrais.
Inspirado na Borgonha, foi um dos pioneiros no conceito de micro-parcelas, definidas por exposição e solo.
Juntou esforços e em 1982, adquiriu seus primeiros vinhedos, que hoje somam 12 ha nas encostas de St. Adelain. E que terroir... Sílica é a palavra de ordem aqui! Terra-mãe de vinhos absolutamente minerais, precisos, longos. Neste cantinho de Pouilly-Fumé, sua venerada Sauvignon Blanc é majestosa como as grandes expressões de Chardonnay e Riesling, o que ele sempre quis provar.
Mas Didier vai além: poderia contentar-se com a nitidez pura de seus vinhos, fotografias de um terroir especial, porém incrementa a experiência e faz uso de barricas de primeiro uso em alguns deles. Até aqui controverso, a madeira funciona neste caso não como um “verniz”, uma “maquiagem”, mas como ferramenta de micro-oxigenação. É necessária uma respiração muito lenta e gradual, para acompanhar a potência e longevidade dos vinhos.
Considerado o zênite de alguns produtores, Ms. Dagueneau causava sentimentos mistos de admiração e antipatia. Mas não incomodava apenas os grandes produtores mais comerciais. Condenava também a radicalidade de alguns jovens do movimento natural pela utilização exclusiva de leveduras indígenas e zero SO2. Definitivamente não veio ao mundo para fazer amigos. Mesmo assim, deixa saudades incuráveis a todos os inúmeros bebedores que tiveram a sorte de o conhecer através de suas criações.
 
Partiu em seu ultraleve em 17 de setembro de 2008 na Dordonha, deixando-nos precocemente aos 52 anos.
 
Hoje é perpetuado pela nova geração: seu filho Louis-Benjamin assume desde então a propriedade e faz um trabalho digno do orgulho de seu pai. Levou a produção a novos patamares, gerando vinhos cristalinos, de pulso, em múltiplas camadas.
 
Menino prodígio, eleito vinhateiro do ano em 2016, entende a importância da continuidade. Sabe que a vinha e o vinho não suportam mudanças bruscas de práticas vitícolas e tem profundo respeito pelo que foi construído. Priorizam o trabalho do homem sobre o das máquinas, cada hectare é cuidado por um funcionário específico, e quaisquer defensivos químicos são sumariamente proibidos.
 
Herda o espírito indomável do pai: não basta ser como ele; tem que ser ainda melhor, sempre.
 
Com uma coleção de prêmios, atingem o cume e grande sonho de Didier: o melhor Sauvignon Blanc do mundo, eleito diversas vezes, com as cuvées Silex e Pur Sang.
 
Como o próprio Didier relata em 1996 a Jancis Robinson, ao ser perguntado “para quem fazia os vinhos”, considerava-se um “marchant du bonheur”, ou “mercador da felicidade”. E é esta aura que continua a nos provocar e enfeitiçar.

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